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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

"Ela sente uma dor profunda e se promete duas coisas: um dia vou ser uma escritora e um dia vou ser uma princesa."


Vamos direto ao assunto. Eu quero saber meu problema. Eu isso, eu aquilo, eu, eu, eu. Eu não faço questão que ninguém goste de mim, mas fico completamente louca quando alguém gosta. Porque descubro que cada segundo da minha vida foi pra sentir isso. E o que será dos próximos segundos? Parece até que meu instinto tem GPS para canalhas. Aquele moço bonzinho, que está disponível, está com um atestado que diz: quero te entregar meu coração e faça dele o que você quiser. Vixi, esse eu não quero nem pintado de nutella. Agora, imagina só aquele que as minhas amigas já me adiantam: “Sai fora. Ele não presta. Ele é gente boa, mas não se apega não. Não se iluda, quanto é tempo...” Nesse eu gamo. Não tem erro! Aí a gente pensa, eu quero dar uma de exceção (aí que mora o perigo). Acredito que vou conquistá-lo, que vou fazer ele se encantar e quem acaba enfeitiçada sou eu. Ele não quer nada com nada. Eu sempre chego na hora errada. Mas se eu fosse uma princesa, ele estaria agora nervoso pra pegar na minha mão. Triste, triste, vou ficando tão triste. Por que não sou uma princesa?

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